Origem da atmosfera
Nesta atmosfera primitiva, o "gás da vida", ou seja, o oxigênio, do qual tanto necessitamos, ainda não existia.
Como será então, que ele foi formado?
Para explicarem o aparecimento do gás oxigênio, os cientistas estudaram muito. Eles acreditaram que os próprios seres vivos que começaram a habitar o planeta foram os responsáveis pela transformação do seu ambiente e, fundamentalmente, da atmosfera.
Os cientistas imaginaram que grande quantidade de gás carbônico produzida pela "queima" das rochas tenha proporcionado aos primeiros vegetais uma grande atividade de fotossíntese. Assim, à medida que o gás carbônico era absorvido na fotossíntese, o gás oxigênio era produzido.
No ambiente primitivo, havia também muita atividade vulcânica, tempestades, raios e trovões. Esses e outros fenômenos foram ocorrendo na Terra, até que a atmosfera se tornou uma camada com algumas centenas de quilômetros de ar, envolvendo o planeta. Hoje, a atmosfera apresenta camadas bem distintas, que são caracterizadas, principalmente, pela composição do ar e pela altitude.
Composição do ar atmosférico
A composição atual da atmosfera apresenta 78‰ de nitrogênio, 21‰ de oxigênio e 1‰ dos demais gases. Estas porcentagens significam que , em cada 100 litros de ar, temos 78 litros de nitrogênio, 21 litros de oxigênio e 1 litro de outros gases, entre eles o ozônio.
O Nitrogênio é muito importante para a vida na Terra, porque é por meio dele que as plantas produzem suas proteínas. Por sua vez, as plantas são auxiliadas na absorção do nitrôgenio por algumas bactérias especiais que vivem em suas raízes.
O Oxigênio é fundamental para a respiração e essencial para que haja combustão (queima).
O Gás Carbônico é utilizado na fotossíntese para que o vegetal produza seu próprio alimento.
O Ozônio forma um camada protetora contra os raios ultravioletas provenientes do Sol.